PSOL, 상파울루에서 PSB에 압력 가하며 마리나 상원 출마 공식화 및 선거연합 더 많은 지분 검토

PSOL pressiona PSB em SP ao lançar Marina ao Senado e cogitar mais espaço em chapa

Folha de Sao Paulo · 🇧🇷 São Paulo, BR Juliana Arreguy PT 2026-04-16 06:37 Translated
PSOL은 화요일(14일) 밤 페르난두 하다드(PT)의 상파울루 주지사 후보 지지를 공식화하는 결의안을 승인하며 상원 경쟁 및 상파울루 선거연합에서 더 많은 지분을 요구하는 PSB와의 직접적인 대립을 시사했다. 더 읽기 (2026년 4월 15일 - 18시 37분)
PSOL은 화요일(14일) 밤 페르난두 하다드(PT)의 상파울루 주지사 후보 지지를 공식화하는 결의안을 승인하며 상원 경쟁 및 상파울루 선거연합에서 더 많은 지분을 요구하는 PSB와의 직접적인 대립을 시사했다.

해당 결의안은 PSOL 주당위원회 화요일 밤 회의 후 발표되었다. 문서는 마리나 시우바(Rede)의 연방 상원 후보 지지를 재확인하고, 당이 "선거 운동에 적극적으로 참여"할 것이며, 입법부 상원 후보 보임자 자리 중 하나를 차지할 가능성도 논의할 것이라고 밝혔다.

포하 지에 따르면, 당 지도부는 이번 결정이 Rede와 연맹을 맺은 해당 정당이 상원 의석을 노리는 PSB의 두 인물이 있는 선거연합 구성 논의에서 영향력을 행사하는 방식이라고 설명했다.

한 지도자는 기자에게 PSB가 누가 상원 후보가 될지 내부적으로 결정해야 한다고 말했다: 기업가정부 전 장관 마르시우 프란사인지, 기획부 전 장관 시모니 테베트인지.

테베트는 이전에 마투 그로수 두 술주 MDB 소속이었으나, 룰라(PT) 대통령의 요청으로 상파울루에서 출마하기 위해 주와 정당을 옮겼다. 프란사의 측근들 사이에서는 상파울루 주정부나 상원 출마 의사를 이미 밝힌 프란사에게 테베트의 출마는 강요로 여겨졌고, 따라서 전 장관도 출마할 권리가 있다고 보았다.

룰라는 프란사를 부통제 럴럴두 알크민(PSB)이 맡았던 발전·산업·무역·서비스부 장관직에 앉혀 주요직 출마 시도를 단념시키려 했다.

그러나 프란사는 선거법이 정한 기한 내에 정부를 떠났고, 지난주 상원 예비후보 출마를 발표하는 것은 물론 보임자로 바루에리 전 시장 루벤스 풀란(PSB)을 지명했다.

하지만 PSOL-Rede 연맹은 PSB가 상원 두 자리를 모두 경쟁하는 가능성을 거부한다. 상원에 세 명을 출마시키는 것 역시 바람직하지 않게 여겨진다: 정당들은 가능한 의석보다 더 많은 후보를 내세우면 표가 분산되어 경쟁력이 약화될 수 있다고 본다.

이에 화요일 발표된 결의안에서 PSOL은 이름을 언급하지 않고 "진보 진영의 다른 후보"를 상원에서 지지할 것이라고 밝혔다. 당 지도부에 따르면, 해당 정당은 Rede와의 연맹으로 마리나 출마를 포기할 의사가 없으며, 선거연합을 이끄는 PSB와 PT가 이 문제를 해결할 방안을 찾아야 할 것이다.

또한 연맹의 한 지도자에 따르면, PSOL과 Rede는 함께 상파울루 출신 연방 하원의원 6명을 보유하고 있어, 해당 주 출신 의원이 2명인 PSB보다 많다.

PSOL의 결의안은 또한 주당위원회가 5월 상반기에 다시 모여 이번 선거 관련 제안을 논의할 것을 요구한다.

"이러한 상황에서 진보 세력 전체에 주어진 핵심 과제는 현 주정부와 그것이 대표하는 프로젝트를 격파할 수 있는 정치적·사회적 통합을 구축하는 것이다."
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O PSOL sinalizou um embate direto com o PSB pela disputa ao Senado e por mais espaço na chapa eleitoral em São Paulo ao aprovar, na noite desta terça-feira (14), uma resolução formalizando o apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista. Leia mais (04/15/2026 - 18h37)

O PSOL sinalizou um embate direto com o PSB pela disputa ao Senado e por mais espaço na chapa eleitoral em São Paulo ao aprovar, na noite desta terça-feira (14), uma resolução formalizando o apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista.

A resolução foi divulgada após reunião da direção estadual do PSOL na noite de terça. O texto reitera o apoio à candidatura de Marina Silva (Rede) ao Senado Federal, diz que o partido terá "participação ativa na campanha" e que discutirá, também, a possibilidade de ficar com uma das vagas de suplente à Casa legislativa.

A decisão de formalizar o papel que o PSOL terá na chapa, segundo lideranças ouvidas pela Folha, foi uma forma encontrada pela sigla, que faz federação com a Rede, de se impor nas discussões sobre a coligação eleitoral, que tem dois quadros do PSB pleiteando vagas ao Senado.

Um dirigente disse à reportagem que o PSB precisa se resolver internamente sobre quem será o seu candidato a senador: se o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França, ou a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet.

Tebet, antes filiada ao MDB de Mato Grosso do Sul, trocou de estado e de partido para se candidatar em São Paulo a pedido do presidente Lula (PT). Entre aliados de França, que já sinalizava interesse em concorrer ao Governo de SP ou ao Senado, a candidatura de Tebet foi vista como uma imposição e, portanto, o ex-ministro também teria o direito de concorrer.

Lula cogitou deixar França à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que foi do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), para tentar demovê-lo da tentativa de disputar um cargo majoritário.

França, no entanto, deixou o governo dentro do prazo previsto pela Justiça Eleitoral e, na semana passada, anunciou não só a sua pré-candidatura a senador como também quem será o seu suplente: o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSB).

No entanto, a federação PSOL-Rede recusa a possibilidade de o PSB disputar as duas vagas ao Senado. A ideia de lançar três nomes para a Casa Alta também não é bem vista: partidos enxergam que apresentar mais candidatos do que vagas disponíveis pode pulverizar os votos e enfraquecer a disputa.

Por isso, na resolução divulgada na terça, o PSOL diz que apoiará "outra candidatura do campo progressista" ao Senado, sem citar nomes. Segundo quadros do partido, a sigla não pretende abrir mão de lançar Marina pela federação com a Rede e caberá ao PSB, e também ao PT, que encabeça a chapa, uma forma de solucionar a questão.

Além disso, segundo uma liderança da federação, PSOL e Rede juntos possuem 6 deputados federais de São Paulo, mais do que o PSB, que tem 2 do estado.

A resolução do PSOL também convoca a direção estadual para se reunir novamente na primeira quinzena de maio e debater propostas para estas eleições.

"Diante desse cenário, a tarefa central colocada para o conjunto das forças progressistas é a construção de uma unidade política e social capaz de derrotar o atual governo estadual e o projeto que representa."

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