11개국, 경제 안정 위해 미국·이스라엘·이란의 즉각적인 휴전 촉구

Onze países pedem cessar-fogo imediato para EUA, Israel e Irã em nome da estabilidade econômica

Folha de Sao Paulo · 🇧🇷 São Paulo, BR William Schomberg PT 2026-04-16 00:19 Translated
영국을 주도로 11개국의 재무장관들이 수요일(15일) 미국, 이스라엘, 이란에 휴전을 전면적으로 이행할 것을 촉구하며, 이 분쟁이 조속히 해결되더라도 세계 경제와 시장에 부담을 줄 것이라고 밝혔다. 더 읽기 (2026/04/15 - 12:19)
영국을 주도로 11개국의 재무장관들이 수요일(15일) 미국, 이스라엘, 이란에 휴전을 전면적으로 이행할 것을 촉구하며, 이 분쟁이 조속히 해결되더라도 세계 경제와 시장에 부담을 줄 것이라고 밝혔다.

호주, 일본, 스웨덴, 네덜란드, 핀란드, 스페인, 노르웨이, 아일랜드, 폴란드, 뉴질랜드, 영국의 재무장관들이 서명한 공동성명은 IMF(국제통화기금)가 전쟁으로 인해 세계 경제 성장 전망을 하향 조정한 다음 날 합의되었다.

성명은 "모든 당사자"가 4월 7일에 합의한 휴전을 완전히 채택할 것을 촉구하며, 이 전쟁이 용납할 수 없는 인명 피해를 초래했다고 밝혔다.

미국이 휴전을 발표한 같은 날, 이스라엘군은 레바논을 공습하며 레바논 영토에는 휴전 협정이 확대되지 않았다고 주장했다. 이란 정권은 보복으로 이스라엘 지역과 미국의 동맹국인 이웃 국가들의 지역을 폭격했다.

성명은 "적대 행위 재개, 분쟁 확대, 또는 호르무즈 해협의 지속적인 차단은 세계 에너지 안보, 공급망, 경제 및 금융 안정에 대한 심각한 추가 위험을 초래할 것"이라고 밝혔다.

영국 정부가 워싱턴에서 열린 IMF와 세계은행 회의 기간에 발표한 성명은 "분쟁의 지속적인 해결에도 불구하고 성장, 인플레이션, 시장에 대한 영향은 지속될 것"이라고 덧붙였다.

코로나19 팬데믹 기간과 러시아의 대규모 우크라이나 침공 이후 가계와 기업을 돕기 위해 공공 부채가 증가한 것을 인식하고, 재무장관들은 새로운 지원에 대해 재정적으로 책임감 있게 행동하고 가장 도움이 필요한 사람들에게 지원이 집중되도록 할 것을 약속했다.

"보호주의적 행동, 특히 부당한 수출 통제, 비축, 그리고 위기로 영향받은 탄화수소 및 기타 공급망에 대한 기타 무역 장벽을 피하고 모든 국가에 이러한 행동을 피할 것을 촉구하는 데 전념한다"고 밝혔다.

이번 주 미국의 이란 전쟁 전략을 비현실적이라고 규정했던 영국의 레이첼 리브스 재무장관은 런던이 지지하지 않은 이 분쟁 종식을 위한 호소를 계속 이어갔다. "지속적인 휴전과 충동적인 대응 회피는 가계 비용을 제한하는 데 필수적"이라고 말했다.

화요일(14일) 트럼프는 이란 전쟁에 참여하지 않은 영국 정부에 대한 비판을 확대하며, 미국과의 무역 협정은 "항상 변경될 수 있다"고 말했다. 키어 스타머 영국 총리는 수요일 트럼프의 전쟁 참여 압박에 굴복하지 않겠다고 대응했다.

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Liderados pelo Reino Unidos, ministros das Finanças de 11 países pediram nesta quarta-feira (15) que Estados Unidos, Israel e Irã implementem integralmente o cessar-fogo e afirmaram que o conflito pesará sobre a economia global e os mercados, mesmo que seja resolvido em breve. Leia mais (04/15/2026 - 12h19)

Liderados pelo Reino Unidos, ministros das Finanças de 11 países pediram nesta quarta-feira (15) que Estados Unidos, Israel e Irã implementem integralmente o cessar-fogo e afirmaram que o conflito pesará sobre a economia global e os mercados, mesmo que seja resolvido em breve.

A declaração conjunta, assinada por ministros da Austrália, Japão, Suécia, Holanda, Finlândia, Espanha, Noruega, Irlanda, Polônia, Nova Zelândia e Reino Unido, foi acordada um dia após o FMI (Fundo Monetário Internacional) reduzir suas previsões de crescimento econômico global por causa da guerra.

A declaração pediu que "todas as partes" adotem totalmente o cessar-fogo acordado em 7 de abril e afirmou que a guerra causou perdas de vidas inaceitáveis.

No mesmo dia que os EUA anunciaram o cessar-fogo, as forças de Israel atacaram o Líbano, alegando que não havia sido estendido o pacto para o território libanês. O regime iraniano revidou e bombardeou regiões israelenses e também de países-vizinhos aliados aos EUA.

"A retomada das hostilidades, uma ampliação do conflito ou a continuidade das interrupções no estreito de Hormuz representariam sérios riscos adicionais para a segurança energética global, as cadeias de suprimentos e a estabilidade econômica e financeira", disse o documento.

"Mesmo com uma resolução duradoura do conflito, os impactos sobre o crescimento, a inflação e os mercados persistirão", afirmou a declaração divulgada pelo governo britânico durante as reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington.

Cientes do aumento da dívida pública para ajudar famílias e empresas durante a pandemia de Covid-19 e após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, os ministros se comprometeram a ser fiscalmente responsáveis com qualquer novo apoio, que seria direcionado àqueles que mais precisam de ajuda.

"Comprometemo-nos a evitar, e pedimos a todos os países que evitem, ações protecionistas, incluindo controles de exportação injustificados, estocagem e outras barreiras comerciais em hidrocarbonetos e outras cadeias de suprimentos afetadas pela crise", disseram.

A ministra das Finanças britânica, Rachel Reeves, que nesta semana classificou de insensata a estratégia dos EUA na guerra contra o Irã, manteve seus apelos pelo fim do conflito que Londres não apoiou. "Um cessar-fogo sustentado e evitar reações impulsivas é fundamental para limitar os custos para as famílias", disse.

Na terça-feira (14), Trump ampliou suas críticas ao governo britânico por não ter aderido à guerra contra o Irã e disse que o acordo comercial do país com os EUA "sempre pode ser alterado". O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, respondeu nesta quarta que não cederá à pressão de Trump para entrar na guerra.

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