UN, 북한 핵무기 생산 능력 '상당한 증가' 경고

ONU alerta para 'aumento significativo' na capacidade da Coreia do Norte de produzir armas nucleares

Folha de Sao Paulo · 🇧🇷 São Paulo, BR PT 2026-04-15 22:45 Translated
국제원자력기구(IAEA)가 수요일(15일) 북한의 핵무기 생산 능력이 "매우 상당한 증가"를 기록했다고 발표했다. 이는 정권의 핵심 시설에서 활동이 강화되는 가운데 우라늄 농축 시설의 설립 가능성 때문이다.
국제원자력기구(IAEA)가 수요일(15일) 북한의 핵무기 생산 능력이 "매우 상당한 증가"를 기록했다고 발표했다. 이는 정권의 핵심 시설에서 활동이 강화되는 가운데 우라늄 농축 시설의 설립 가능성 때문이다.

북한은 2006년 첫 핵실험을 수행했으며 무기 프로그램으로 인해 여러 제재를 받았다. 북한 독재자 김정은은 최근 연설에서 국가가 핵무고를 포기하지 않을 것임을 강조했다.

제재와 외교적 고립에도 불구하고 북한은 오늘날 수십 개의 탄두와 더 많은 탄두를 생산할 수 있는 능력을 갖춘 확고한 핵강국으로 여겨진다.

UN 기구의 라파엘 그로시 사무총장은 평양이 비활성화했다고 주장했으나 2021년 재가동한 영변 핵 단지 시설에서 활동이 급격히 증가했음을 확인했다. 그로시는 "이 모든 것이 북한의 핵무기 생산 분야에서 매우 상당한 능력 증가를 가리킨다"고 말했다.

감시 기구는 영변의 우라늄 농축 홀과 유사한 새로운 시설의 건설을 관찰했다. 우라늄 농축은 군용 등급 재료를 얻기 위한 대체 경로이며, 전문가들에 따르면 더 효과적인 방법이다.

기구에 따르면 정권은 여러 개의 이러한 시설을 운영하고 있다.

이번 달 초 그로시는 이미 수도 근처의 다른 중요한 핵심인 강선 시설과 유사한 영변의 새로운 건물을 감시하고 있다고 밝혔다.

미국 전략국제문제연구소(CSIS)는 월요일 4월 위성사진이 IAEA의 평가를 뒷받침한다고 전했다. 연구소에 따르면 사진은 군용 등급 재료를 생산할 수 있는 가능한 우라늄 농축 공장의 완공을 나타낸다.

그로시는 기구가 북한 핵 프로그램에서 러시아 기술 사용의 증거를 확인하지 못했다고 밝혔다. 작년 두 국가 간에 서명된 협정의 협력 언급은 민간 프로젝트로 제한되는 것으로 보이지만, 아직 확정적인 결론을 내리기에는 이르다.

그로시는 핵추진 잠수함 개발을 위한 한국의 프로그램에 대해 언급하며, 기구와 함께 확산 위험을 피하기 위해 서울과 협력하도록 초대했다고 말했다. 이 주제에 대한 공식 협상이 시작될 예정이다.

그에 따르면 해군 원자로는 임무 중 장기간 검사 없이 핵연료가 유지될 수 있어 특정한 도전 과제를 제시한다. 그는 "이 활동이 핵무기 확산에 기여하지 않는 것이 필수적"이라고 말했다.

조현 한국 외무부 장관은 그로시와의 회담에서 한국이 불확산조약 내에서 투명하게 행동하며 최고 수준의 안전장치를 채택할 것이라고 밝혔다.

한국의 야망은 지난 11월 이재명 대통령과 도널드 트럼프 미국 대통령이 핵추진 잠수함 건설 계획에 대한 워싱턴의 승인을 포함한 무역 및 안보에 관한 공동 조치를 확정한 후 진전되었다.
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A Coreia do Norte registrou "um aumento muito significativo" em sua capacidade de produzir armas nucleares, anunciou nesta quarta-feira (15) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O avanço ocorre devido à provável criação de uma instalação de enriquecimento de urânio, em meio à intensificação de atividades em um complexo-chave do regime. Leia mais (04/15/2026 - 10h45)

A Coreia do Norte registrou "um aumento muito significativo" em sua capacidade de produzir armas nucleares, anunciou nesta quarta-feira (15) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O avanço ocorre devido à provável criação de uma instalação de enriquecimento de urânio, em meio à intensificação de atividades em um complexo-chave do regime.

A Coreia do Norte executou seu primeiro teste nuclear em 2006 e recebeu várias sanções por seu programa armamentista. O ditador norte-coreano, Kim Jong-un, reforçou em um discurso recente que o país não abrirá mão de seu arsenal nuclear.

Apesar de sanções e isolamento diplomático, a Coreia do Norte é considerada hoje uma potência nuclear consolidada, com dezenas de ogivas e capacidade de produzir muitas outras.

O diretor da agência da ONU, Rafael Grossi, confirmou um aumento rápido da atividade em instalações do complexo nuclear de Yongbyon, que Pyongyang supostamente havia desativado, mas que reativou em 2021. "Tudo isso aponta para um aumento muito significativo na capacidade da Coreia do Norte no âmbito da produção de armas nucleares", disse.

O órgão de monitoramento observou a construção de uma nova instalação semelhante aos salões de enriquecimento de urânio de Yongbyon. O enriquecimento de urânio oferece um caminho alternativo —e, segundo especialistas, mais eficaz — para a obtenção de material de grau militar.

Segundo a agência, o regime opera várias instalações do tipo.

Neste mês, Grossi já havia dito que monitorava um novo edifício em Yongbyon com semelhanças a uma instalação em Kangson, outro importante centro nuclear próximo à capital.

Imagens de satélite de abril corroboram a avaliação da AIEA, informou na segunda-feira o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), dos Estados Unidos. Segundo o centro, as imagens indicam a conclusão de uma possível usina de enriquecimento de urânio capaz de produzir material de grau militar.

Grossi afirmou que a agência não identificou evidências de uso de tecnologia russa no programa nuclear norte-coreano. Referências a cooperação em um acordo assinado no ano passado entre os dois países parecem se limitar a projetos civis, embora ainda seja cedo para conclusões definitivas.

Ao comentar o programa da Coreia do Sul para desenvolver submarinos com propulsão nuclear, Grossi afirmou que convidou Seul a trabalhar em conjunto com a agência para evitar riscos de proliferação. Negociações formais sobre o tema devem ser iniciadas.

Segundo ele, reatores navais apresentam desafios específicos, já que o combustível nuclear pode ficar longos períodos sem inspeção durante missões. "É essencial que essa atividade não contribua para a proliferação de armas nucleares", disse.

O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, afirmou em reunião com Grossi que o país atuará com transparência no projeto, dentro do Tratado de Não Proliferação, adotando o mais alto nível de salvaguardas.

As ambições sul-coreanas avançaram após o presidente Lee Jae Myung e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fecharem, em novembro passado, medidas conjuntas sobre comércio e segurança que incluem o aval de Washington ao plano de construção de submarinos com propulsão nuclear.

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