IMF, 세계 경제 전망 하향 조정…이란 전쟁 속 브라질은 성장

FMI reduz projeção da economia global, mas Brasil cresce em meio à guerra no Irã

Folha de Sao Paulo · 🇧🇷 São Paulo, BR Isabella Menon PT 2026-04-14 22:57 Translated
IMF(국제통화기금)는 미국과 이스라엘의 공동 공습으로 2월 말 시작된 이란 전쟁 속에서 대부분 국가의 성장 전망을 하향 조정했다. 세계 성장률 전망은 3.1%로, 1월 전망 대비 0.2%p 하락했다. 더 읽기 (2026/04/14 - 10:57)
IMF(국제통화기금)는 미국과 이스라엘의 공동 공습으로 2월 말 시작된 이란 전쟁 속에서 대부분 국가의 성장 전망을 하향 조정했다. 세계 성장률 전망은 3.1%로, 1월 전망 대비 0.2%p 하락했다.

전 세계적 하락 추세에도 불구하고, 브라질은 1월 IMF 전망의 1.6%에서 0.3%p 상승하여 현재 1.9% 성장이 예상된다. 브라질은 라틴아메리카와 함께 미국과 중국 등 다른 국가들의 전망 하락 추세와 반대로 가는 국가 중 하나다.

두 강대국 모두 0.1%p 하락했다—미국은 2.4%에서 2.3%로, 중국은 4.4%에서 4.5%로 조정되었다. 이 데이터는 올해 1월에 발표된 동일 문서와 비교해 수정된 4월 세계경제전망 보고서에 포함되어 있다.

피에르올리비에 구린샤스 IMF 수석이코노미스트는 14일 화요일에 브라질이 에너지 수출국이라며, 따라서 2026년 원자재 가격 상승으로 혜택을 보고 있다고 강조했다. "그러나 금융조건 긴축이나 인플레이션 상승을 통해 2027년에는 약간의 둔화가 있을 수 있다"고 그는 말했다.

페티아 코에바 브룩스 IMF 연구부 차장은 브라질의 상향 조정이 또한 국가가 보여준 강력한 하반기 실적과 이 경제적 성과가 올해 가져온 추진력과 관련이 있다고 밝혔다. "브라질은 재생에너지 비중이 매우 높은 국가 중 하나라는 점을 강조하는 것이 중요하다"고 그녀는 말했다.

전쟁과 관련해 구린샤스는 이 분쟁이 무역 긴장과 정치적 불확실성에도 불구하고 회복력을 보이던 세계 경제의 최근 추진력을 중단시켰다고 밝혔다.

그는 에너지 가격 급등으로 인한 충격—호르무즈 해협 등 전략적 항로 봉쇄와 에너지 인프라 피해로 촉발됨—이 이미 여러 부문에서 비용을 압박하고 있으며, 분쟁이 장기화될 경우 더 광범위한 위기를 촉발할 수 있다고 상세히 설명했다.

구린샤스는 또한 경제적 영향은 충격의 지속 기간과 강도에 따라 달라지며, 세 가지 시나리오가 예상된다고 말했다. 기본 시나리오인 단기 분쟁의 경우, 세계 성장률은 3.1%로 하락하고 인플레이션은 4.4%로 상승한다.

부정적 시나리오에서는 긴장 지속과 금융 긴축으로 성장률이 2.5%로 후퇴하고 인플레이션이 5.4%에 달한다. 심각한 시나리오에서는 장기적인 에너지 공급 중단으로 올해와 내년 세계 성장률이 약 2%에 머물고 인플레이션이 6%를 넘을 것이다.

이 경제학자는 영향이 국가 간에 불균등할 것이며, 특히 에너지 수입에 의존하는 저소득 경제와 일부 걸프 국가들에 더 강하게 타격을 줄 것이라고 경고했다. 그는 또한 현재의 충격을 2022년 원자재 위기와 비교했으나, 여러 경제에서 인플레이션이 목표치를 상회하고 충격 흡수 능력이 낮아 경제적 비용 없는 디플레이션을 위한 상황이 덜 유리하다고 강조했다.

이러한 상황 속에서 구린샤스는 인플레이션 기대치가 안정된 상태에서 중앙은행들이 성급한 대응을 피하면서도 필요시 대응할 의지에 대해 명확한 소통을 유지해야 한다고 주장했다. 재정정책과 관련해 그는 일반적인 보조금과 가격 통제와 같은 광범위한 조치를 비판하며, 취약계층에 대한 대상별·일시적 지원만을 옹호했다.

그는 또한 에너지 충격이 에너지 안보를 높이고 미래 취약성을 줄이기 위한 재생에너지로의 전환 가속화 필요성을 강화한다고 밝혔다. 그리고 인공지능이 생산성 향상의 잠재적 동력이지만 노동시장에 전환적 영향을 미치며, 보호무역주의 정책 확산 속에서 세계 무역의 단편화 위험을 경고했다.

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O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu a previsão de crescimento da maioria dos países em meio à guerra contra o Irã, iniciada no fim de fevereiro com ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel. A previsão global é de 3,1% de crescimento, uma retração de 0,2% em comparação com a projeção de janeiro. Leia mais (04/14/2026 - 10h57)

O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu a previsão de crescimento da maioria dos países em meio à guerra contra o Irã, iniciada no fim de fevereiro com ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel. A previsão global é de 3,1% de crescimento, uma retração de 0,2% em comparação com a projeção de janeiro.

Apesar da tendência de queda global, Brasil, que antes tinha a perspectiva de 1,6% pelas projeções do Fundo em janeiro, ganhou 0,3% ponto percentual, e agora deve ter uma expansão de 1,9%. O país, assim como a América Latina, acaba sendo um dos que caminha contrário à tendência de outras nações, como EUA e China, que tiveram uma queda na projeção do crescimento.

Ambas as potências retrairam 0,1% —Estados Unidos foi de 2,4% para 2,3% e a China de 4,4% para 4,5%. Os dados constam no relatório Perspectivas Econômicas Mundiais de abril, que foram revisados em comparação ao mesmo documento lançado em janeiro deste ano.

Pierre-Olivier Gourinchas, economista-chefe do FMI, nesta terça (14), destacou que o Brasil é um exportador de energia. Portanto, está se beneficiando em 2026 do aumento dos preços da commodity. "No entanto, esperamos que, seja por meio de um aperto das condições financeiras ou de um aumento da inflação, possa haver uma leve desaceleração em 2027", disse ele.

Petya Koeva Brooks, diretora adjunta no Departamento de Pesquisa do FMI, afirmou que a revisão positiva do Brasil está relacionada também a um forte segundo semestre que o país apresentou, e ao impulso que os resultados econômicos trouxeram para este ano. "É importante destacar que o Brasil é um dos países com uma participação muito alta de energia renovável", afirmou ela.

Em relação a guerra, Gourinchas afirmou que o conflito interrompeu o impulso recente da economia global, que vinha mostrando resiliência apesar das tensões comerciais e da incerteza política.

Ele detalhou que o choque provocado pela alta nos preços de energia — impulsionada pelo fechamento de rotas estratégicas, como estreito de Hormuz, e por danos à infraestrutura energética — já pressiona custos em diversos setores e pode desencadear uma crise mais ampla caso o conflito se prolongue.

Gourinchas disse ainda que o impacto econômico depende da duração e da intensidade do choque, com três cenários projetados. No cenário-base, de conflito curto, o crescimento global cairia para 3,1% e a inflação subiria para 4,4%.

Em um cenário adverso, com maior persistência das tensões e aperto financeiro, o crescimento recuaria para 2,5% e a inflação alcançaria 5,4%. Já no cenário severo, com interrupções prolongadas no fornecimento de energia, o crescimento global ficaria em torno de 2% neste ano e no próximo, com inflação acima de 6%.

O economista alertou que os efeitos serão desiguais entre países, atingindo com mais força economias de baixa renda dependentes de importação de energia e, em especial, alguns países do Golfo. Ele também comparou o choque atual à crise de commodities de 2022, mas ressaltou que o contexto é menos favorável para uma desinflação sem custos econômicos, já que a inflação segue acima da meta em várias economias e a capacidade de absorção de choques é menor.

Diante desse cenário, Gourinchas defendeu cautela dos bancos centrais, que devem evitar respostas precipitadas enquanto as expectativas de inflação permanecerem ancoradas, mas mantendo comunicação clara sobre disposição de agir se necessário. Na política fiscal, ele criticou medidas amplas como subsídios generalizados e controle de preços, defendendo apoio apenas direcionado e temporário às populações mais vulneráveis.

Também afirmou que o choque energético reforça a necessidade de acelerar a transição para fontes renováveis, como forma de aumentar a segurança energética e reduzir vulnerabilidades futuras. E destacou o papel da inteligência artificial como potencial vetor de ganhos de produtividade, embora com impactos de transição no mercado de trabalho, e alertou para o risco de fragmentação do comércio global em meio ao avanço de políticas protecionistas.

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