법원, BYD를 노예 강제노동 의혹 기업 명단에서 제외

Tribunal retira BYD da lista suja de trabalho escravo

Folha de Sao Paulo PT 2026-04-09 15:41 Translated
10지역 지방노동법원이 중국 자동차 제조업체 BYD를 노예와 유사한 조건에서 근로자를 고용했다는 혐의로 지목된 정부 기업 명단에서 삭제하도록 명령하는 가처분 결정을 내렸다. 로이터 통신이 목요일(9일) 확인한 결정에 따른 것이다. 자세히 보기 (04/09/2026 - 12h41)
10지역 지방노동법원이 중국 자동차 제조업체 BYD를 노예와 유사한 조건에서 근로자를 고용했다는 혐의로 지목된 정부 기업 명단에서 삭제하도록 명령하는 가처분 결정을 내렸다. 로이터 통신이 목요일(9일) 확인한 결정에 따른 것이다.

중국 자동차 제조업체가 월요일(6일) 공개된 명단에 등재된 것은 중국인 근로자들이 바이아 주 카마사리에 위치한 신규 공장 건설 현장에서 열악한 근로 조건 속에서 구출된 지 1년 반 후의 일이다. 현장 감시에 따르면 이러한 상황이 확인되었다.

노동고용부(MTE)에 따르면 163명의 직원이 노예 강제노동에 버금가는 조건에 처해 있었다.

근로감시원들은 당국에 제출된 서류에서 부정행위 징후를 발견했으며, 이는 중국인 근로자들이 불법으로 입국할 수 있게 해주었다.

화요일(7일) 의견 요청을 받은 BYD는 응답하지 않았다.

루아니 갈데아노와 로이터 통신의 정보 제공

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O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região emitiu uma liminar que determina a retirada da montadora chinesa BYD de uma lista do governo de empresas acusadas de empregar trabalhadores em condições análogas à escravidão, segundo decisão vista pela agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (9). Leia mais (04/09/2026 - 12h41)

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região emitiu uma liminar que determina a retirada da montadora chinesa BYD de uma lista do governo de empresas acusadas de empregar trabalhadores em condições análogas à escravidão, segundo decisão vista pela agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (9).

A entrada da montadora chinesa na lista divulgada na segunda-feira (6) ocorreu um ano e meio após trabalhadores chineses serem resgatados em meio a condições de trabalho precárias nas obras da nova fábrica da montadora, em Camaçari (BA), segundo apontou fiscalização no local.

Segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), 163 empregados foram submetidos a um regime considerado análogo à escravidão.

Os auditores fiscais do trabalho identificaram indícios de fraudes nos documentos apresentados às autoridades migratórias, o que viabilizou a entrada dos trabalhadores chineses de forma ilegal no país.

Procurada na terça-feira (7), a BYD não respondeu.

Com informações de Luany Galdeano e da Reuters

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