Icesp의 이전 판에서 수상한 연구들이 암 바이오마커를 검증하고 있습니다

Estudos premiados pelo Icesp em edições anteriores testam biomarcadores para câncer

Folha de Sao Paulo Laiz Menezes PT 2026-04-11 16:00 Translated
Octavio Frias de Oliveira 상을 수상한 두 개의 브라질 연구가 대장암 검진을 더욱 정확하게 만들 수 있고 자궁경부암 치료 반응을 예측할 수 있는 바이오마커의 임상 검증을 진행하고 있습니다.
Octavio Frias de Oliveira 상을 수상한 두 개의 브라질 연구가 대장암 검진을 더욱 정확하게 만들 수 있고 자궁경부암 치료 반응을 예측할 수 있는 바이오마커의 임상 검증을 진행하고 있습니다.

Barretos Hospital de Amor에서는 대변의 박테리아 프로필이 더 큰 위험에 처한 환자를 식별하고 대장암 검진에서 대장내시경을 우선시할 수 있는지 조사하는 연구가 진행 중입니다. Einstein Hospital Israelita에서는 자궁경부암 환자의 화학요법 및 방사선요법에 대한 반응을 예측할 수 있는 혈액 바이오마커를 분석하는 또 다른 연구가 진행되고 있습니다.

두 연구 모두 Icesp(Instituto do Câncer do Estado de São Paulo)의 상을 지난 2년 동안 수상했으며, 신문과 협력하여 5월 8일까지 종양학 연구 및 종양학 기술 혁신 범주에서 17판 신청을 받고 있습니다. 이 상은 신문의 발행인 Octavio Frias de Oliveira(1912–2007)를 기리기 위한 것입니다.

Hospital de Amor의 연구는 São Paulo 내부의 대장암 검진에서 박테리아 바이오마커 사용을 평가합니다. 연구는 Barretos와 Bebedouro에서 모집된 참가자들을 포함하며, 지역 보건 기본 단위 및 Hospital de Amor의 예방 단위에서 모집되었습니다. 참여는 자발적입니다.

대장암(결장 및 직장)은 2026년과 2028년 사이에 브라질에서 가장 흔한 세 번째 유형으로 유지되어야 하며, Inca(Instituto Nacional de Câncer)에 따르면 연간 약 53,800건의 새로운 사례가 예상됩니다. 2023년 마지막 통합 데이터에는 23,900명의 사망이 기록되었습니다.

연구의 첫 번째 단계에서 2025년에 수상한 연구원들은 박테리아 Fusobacterium nucleatum을 대장암의 전구 병변과 관련된 가능한 바이오마커로 확인했습니다.

대변 샘플에서 박테리아 검출은 대변에서 잠혈을 식별하는 면역학적 대변 검사(FIT)와 함께 대장내시경 대기열의 우선순위를 정의하고 대장암의 가능한 식별에 도움이 될 수 있으며, 검사를 대체하지 않습니다.

현재 모델에서 FIT는 대장내시경 전에 사용되는 초기 검사입니다. 양성일 때 환자는 검사를 받으러 보내집니다. 연구자에 따르면 문제는 FIT의 낮은 특이성, 즉 암과 실제로 관련된 경우를 구별하기 어렵다는 것입니다.

"양성 사례의 절반 이상이 암과 관련이 없어서 대장내시경 대기열에 과부하가 발생합니다"라고 Hospital de Amor의 교육 및 연구 연구소의 과학 이사이자 연구 조정자인 Rui Manuel Reis가 말합니다.

이제 프로젝트는 박테리아 바이오마커를 사용하여 더 높은 위험에 처한 환자를 식별하는 더 큰 규모의 검증 모델의 2단계에 진입하고 있으며, 암 발병과 관련된 더 광범위한 박테리아 세트를 찾고 있습니다. 약 1,500개의 샘플이 분석될 것입니다. 이전 단계에서는 300개의 샘플이 분석되었습니다.

샘플은 FIT 자체에서 수집됩니다. 양성 결과 후, 환자는 대장내시경 대기열로 이동하고, 이 기간 동안 바이오마커 분석을 위한 샘플이 수집됩니다.

Reis에 따르면 제안은 대장내시경 표시를 변경하지 않지만 치료 흐름의 우선순위를 재조정합니다. "잠혈과 박테리아 존재가 있는 사람들이 먼저 호출될 것입니다. 나머지는 다음에 호출될 것입니다"라고 말합니다.

그는 이것이 검증 중인 연구라고 말합니다. "임상 관행에는 변화가 없으며, 환자의 우선순위 지정만 있습니다."

연구자는 또한 질병의 더 공격적인 형태와 관련된 박테리아의 잠재적 예후 가치를 강조하며, 1,000명 이상의 환자를 포함하는 병렬 코호트에서 말합니다.

브라질에서 대장암 검진은 아직 SUS(Sistema Único de Saúde)의 국가 프로그램으로 구조화되어 있지 않습니다. 검진 제공은 지역에 따라 다르다고 Sboc(Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)의 회장인 Clarissa Baldotto가 설명하지만, 일반적으로 50세에서 75세 사이의 의료 학회의 권장사항이 있으며, 일부는 45세부터 시작할 것을 나타냅니다.

이러한 국가 차원의 조직이 없으면 많은 경우들이 여전히 증상이 있을 때만 조사되어 검진이 아닌 진단의 특징이 됩니다. Conitec(Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS)은 조기 발견을 확대하고 사망률을 줄이기 위해 대규모 구조화된 프로그램 개발을 평가하고 있습니다.

Icesp에서 수상한 또 다른 연구는 2024년에 고급 자궁경부암 환자들이 화학방사선 요법(이러한 경우의 표준 치료)에 다르게 반응하는 이유를 조사합니다.

연구는 Einstein Hospital Israelita의 Immuno-Oncology Research Center의 Kenneth Gollob이 주도하며, 질병 결과에서 면역계의 역할을 분석합니다.

이 연구는 치료 시작 전 자궁경부암 환자의 혈액 샘플을 사용했습니다. 초기 결과는 반응하지 않은 참가자들이 조직되지 않은 면역 반응을 보였으며, 강렬한 염증 활성화가 있었지만 종양 제어에는 비효율적임을 보여줍니다.

Gollob에 따르면, 이것은 조절되지 않는 염증입니다. "이것은 효과적인 방식으로 암을 공격할 수 있는 조정된 반응이 아닙니다."

이 데이터를 바탕으로, 연구자들은 약 73%의 정확도로 화학방사선 요법에 대한 반응을 예측할 수 있는 혈액 바이오마커 세트를 식별했습니다. 마커는 혈액 검사에서 감지될 수 있으며, 향후 치료 시작 전 임상 의사결정을 지원할 수 있습니다.

연구는 Fapesp(Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) 및 GSK의 자금 지원을 받아 Einstein에서 검증 단계에 있습니다. 새로운 환자 코호트가 첫 번째 연구의 발견을 확인하기 위해 추적되고 있습니다.

Gollob에 따르면 결과는 약 1년 후에 나올 것입니다. 확인되면, 바이오마커는 이미 확립된 실험실 기술을 사용하고 있기 때문에 임상 관행에 더 빠르게 통합될 수 있습니다.

동시에, 그룹은 표준 치료에 대한 반응 실패의 메커니즘을 이해하고 가능한 치료 표적을 식별하기 위해 기본 연구의 한 라인을 개발하고 있습니다. 이 단계는 여전히 이러한 메커니즘의 식별에 따라 달라지며, 그 후 가능한 새로운 약물에 대한 전임상 및 임상 테스트에 따라 달라집니다.

2026년부터 2028년의 3년 기간 동안 브라질은 연간 19,300건의 새로운 자궁경부암 사례를 기록해야 합니다. 2023년에 이 질병은 Inca에 따르면 국가에서 7,200명의 사망을 초래했습니다.
처리 완료 5,978 tokens · $0.0155
기사 수집 완료 · 16:05
매체 피드에서 기사 메타데이터 수집
헤드라인 번역 완료 · 16:15
제목/요약 한국어 번역 (fetch 시점 inline)
claude-haiku-4-5-20251001 347 tokens $0.00084 2.5s
본문 추출 완료
6,497자 추출 완료
본문 한국어 번역 완료 · 16:15
3,317자 번역 완료
claude-haiku-4-5-20251001 5,631 tokens $0.01467 30.1s
지정학적 엔티티 추출 완료 · 16:15
4개 엔티티 추출 완료

Dois estudos brasileiros premiados no Prêmio Octavio Frias de Oliveira avançam na validação clínica de biomarcadores que podem tornar mais precisos o rastreamento do câncer colorretal e a previsão de resposta ao tratamento do câncer do colo do útero. Leia mais (04/11/2026 - 04h00)

Dois estudos brasileiros premiados no Prêmio Octavio Frias de Oliveira avançam na validação clínica de biomarcadores que podem tornar mais precisos o rastreamento do câncer colorretal e a previsão de resposta ao tratamento do câncer do colo do útero.

No Hospital de Amor de Barretos, uma pesquisa investiga se o perfil de bactérias nas fezes pode ajudar a identificar pacientes de maior risco e priorizar colonoscopias no rastreamento do câncer colorretal. No Einstein Hospital Israelita, outro estudo analisa biomarcadores sanguíneos capazes de prever a resposta à quimioterapia e radioterapia em pacientes com câncer do colo do útero.

Os dois trabalhos foram premiados nos últimos dois anos pelo prêmio do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), realizado em parceria com a Folha, que está com inscrições abertas para a 17ª edição até 8 de maio nas categorias Pesquisa em Oncologia e Inovação Tecnológica em Oncologia. A premiação homenageia o publisher do jornal Octavio Frias de Oliveira (1912–2007).

O estudo do Hospital de Amor avalia o uso de biomarcadores bacterianos no rastreamento do câncer colorretal no interior de São Paulo. A pesquisa envolve participantes de Barretos e Bebedouro recrutados em unidades básicas de saúde dos municípios e na unidade de prevenção do Hospital de Amor. A participação é voluntária.

O câncer colorretal (cólon e reto) deve se manter, entre 2026 e 2028, como o terceiro tipo mais incidente no Brasil, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), com estimativa de 53,8 mil novos casos por ano. Em 2023, último dado consolidado, foram registrados 23,9 mil óbitos.

Na primeira fase do estudo, premiado em 2025, os pesquisadores identificaram a bactéria Fusobacterium nucleatum como possível biomarcador associado a lesões precursoras e ao câncer colorretal.

A detecção da bactéria em amostras de fezes, associada ao teste imunológico fecal (FIT), que identifica sangue oculto nas fezes, pode ajudar a definir prioridades na fila de colonoscopias para possível identificação do câncer colorretal, sem substituir o exame.

No modelo atual, o FIT é o teste inicial utilizado antes da colonoscopia. Quando positivo, o paciente é encaminhado ao exame. O problema, segundo os pesquisadores, é a baixa especificidade do FIT, ou seja, sua dificuldade em distinguir casos realmente relacionados ao câncer.

"Mais da metade dos casos positivos não está relacionada ao câncer, o que sobrecarrega a fila de colonoscopias", afirma o diretor científico do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital de Amor e coordenador do estudo, Rui Manuel Reis.

Agora, o projeto entra na fase 2, de validação em maior escala de um modelo que usa biomarcadores bacterianos para identificar pacientes de maior risco, além de buscar um conjunto mais amplo de bactérias associadas ao desenvolvimento do câncer. Serão analisadas cerca de 1.500 amostras. Na fase anterior, foram analisadas 300 amostras.

As amostras são coletadas a partir do próprio FIT. Após resultado positivo, o paciente segue para a fila da colonoscopia e, nesse intervalo, são coletadas amostras para análise dos biomarcadores.

Segundo Reis, a proposta não altera a indicação da colonoscopia, mas reorganiza a prioridade no fluxo de atendimento. "Quem tiver sangue oculto e presença da bactéria será chamado primeiro. Os demais serão chamados em seguida", diz.

Ele afirma que se trata de uma pesquisa em validação. "Não há mudança na prática clínica, apenas na priorização dos pacientes."

O pesquisador também destaca o potencial prognóstico da bactéria, possivelmente associada a formas mais agressivas da doença, em uma coorte paralela com mais de mil pacientes.

No Brasil, o rastreamento do câncer colorretal ainda não está estruturado como um programa nacional no SUS (Sistema Único de Saúde). A oferta de rastreamento varia conforme a região, explica Clarissa Baldotto, presidente da Sboc (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica), embora haja recomendações de sociedades médicas, em geral entre 50 e 75 anos, com algumas indicando início aos 45.

Sem essa organização em âmbito nacional, muitos casos ainda são investigados apenas diante de sintomas, o que caracteriza diagnóstico, e não rastreamento. A Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) avalia a criação de um programa estruturado em larga escala para ampliar a detecção precoce e reduzir a mortalidade.

Outro estudo premiado pelo Icesp, em 2024, investiga por que pacientes com câncer do colo do útero avançado respondem de forma diferente à quimiorradioterapia, tratamento padrão nesses casos.

A pesquisa é liderada por Kenneth Gollob, do Centro de Pesquisa em Imuno-oncologia do Einstein Hospital Israelita, e analisa o papel do sistema imunológico nos desfechos da doença.

O estudo utilizou amostras de sangue das pacientes com câncer antes do início do tratamento. Os resultados iniciais mostram que as participantes que não responderam apresentavam uma resposta imune desorganizada, com intensa ativação inflamatória, mas pouco eficaz no controle do tumor.

Segundo Gollob, trata-se de uma inflamação desregulada. "Não é uma resposta coordenada que consiga atacar o câncer de forma eficaz."

A partir desses dados, os pesquisadores identificaram um conjunto de biomarcadores sanguíneos capazes de prever a resposta à quimiorradioterapia com cerca de 73% de acurácia. Os marcadores podem ser detectados em exames de sangue e, no futuro, auxiliar na decisão clínica antes do início do tratamento.

O estudo está em fase de validação no Einstein, com financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e da GSK. Uma nova coorte de pacientes está sendo acompanhada para confirmar os achados na primeira pesquisa.

Segundo Gollob, os resultados devem sair em cerca de um ano. Se confirmados, os biomarcadores podem ser incorporados à prática clínica mais rapidamente, por já utilizarem técnicas laboratoriais estabelecidas.

Paralelamente, o grupo desenvolve uma linha de pesquisa básica para entender os mecanismos da falha de resposta ao tratamento padrão e identificar possíveis alvos terapêuticos. Essa etapa ainda depende da identificação desses mecanismos e, a partir daí, de testes pré-clínicos e clínicos para um possível novo medicamento.

Para o triênio de 2026 a 2028, o Brasil deve registrar 19,3 mil novos casos de câncer do colo do útero por ano. Em 2023, a doença foi responsável por 7,2 mil óbitos no país, segundo Inca.

Leia tudo sobre o tema e siga: