Guedes는 야당의 승리를 예측하며 우파의 부상이 '시대 정신'이라고 말함

Guedes prevê vitória da oposição e diz que ascensão da direita é o 'espirito do tempo'

Folha de Sao Paulo PT 2026-04-10 20:26 Translated
경제 장관을 지낸 전직 Paulo Guedes는 한동안 공식 석상에서 물러나 있다가 복귀하여, 낮은 경제 성장이 선거에서 야당을 권력으로 이끌 것이라고 예측했다.
한동안 공식 석상에서 물러나 있다가 복귀한 전직 경제 장관 Paulo Guedes는 낮은 경제 성장이 선거에서 야당을 권력으로 이끌 것이라고 예측했다.

"더 많이 지출하면 더 많이 화폐를 발행하고, 인플레이션을 일으키고, 이자를 올리고, 성장을 줄입니다. 브라질은 성장률이 낮아질 것이고 선거적으로 이것이 다른 쪽으로 밀어낼 것입니다"라고 그는 목요일(9일) 포르토 알레그레의 자유 포럼에서의 강연에서 말했다. 그곳에서 그는 주로 자유주의 청년들로 구성된 청중으로부터 팝스타처럼 대접받았다.

그는 브라질의 상황을 칠레의 상황과 비교했으며, 칠레에서는 우파가 대선 결선투표에서 연합하여 승리했다.

"칠레에서는 1차 투표에서 보릭이 30%를 얻었습니다. 2차 투표에서도 보릭이 30%를 얻었습니다. 여기서도 똑같이 일어날 것입니다"라고 그는 주장했다.

경제, 공공 계정, 불평등 및 지정학에 대한 더 광범위한 논의를 한 강연에서 이것이 그의 유일한 더 정치적인 발언이었다.

그는 또한 Jair Bolsonaro 정부에서 장관으로서의 자신의 행동을 옹호하며, 계정을 맞춰 제출했다고 말했다.

"우리가 [2022년 정부에서] 나갔을 때, 다음 해의 인플레이션 예측은 3.2%였습니다. 5,000개 시에서 흑자가 발생하고, 연방 정부에서, 국영 기업에서, 모든 측면에서 흑자가 발생할 것이었습니다."

Guedes에 따르면, 룰라 정부가 지출 증가로 모든 것을 망치지 않았다면 브라질은 연간 5% 성장하고 있었을 것이다.

우파의 순간에 대해 생각하면서, 그는 경제 자유주의자와 정치 및 문화 보수주의자 간의 연합이 세계의 여러 지역에서 "시대 정신"에 부응한다고 말한다.

처음에는 자유주의자들이 앞자리에, 보수주의자들이 뒷자리에 있었지만 이제는 그것이 반전되었다. "중요한 것은 사회주의자들이 차에서 내리는 것입니다"라고 그는 청중의 큰 박수를 받으며 말했다.

우파에서 구애받고 있지만, 그는 아직 대선에서 어떤 후보에도 공약하지 않았으나, 논리적 추론은 Flávio Bolsonaro (PL)와 더 가까운 관계가 있음을 시사한다. 강연에서 그는 현재 민간 부문에만 집중하고 있다고 말했다.

무대에 오르기 전에, 그러나 그는 현장에 있던 세 명의 대선 주자인 Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Aldo Rebelo (DC)와 친근하게 대화했다.

이에도 불구하고 전직 장관은 아이디어 논쟁을 피하지 않는다고 말했으며 브라질의 미래에 대해 낙관주의를 보였다. "우리는 자연적 적을 가지지 않습니다. 우리의 문제는 우리 자신입니다"라고 그는 말했다.

Em seu retorno a um evento público depois de um período de submersão, o ex-ministro Paulo Guedes (Economia) previu que o baixo crescimento da economia vai ajudar a levar a oposição ao poder nas eleições. Leia mais (04/10/2026 - 08h26)

Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

Em seu retorno a um evento público depois de um período de submersão, o ex-ministro Paulo Guedes (Economia) previu que o baixo crescimento da economia vai ajudar a levar a oposição ao poder nas eleições.

"Quando você gasta mais, emite mais moeda, gera inflação, aumenta o juro, reduz o crescimento. O Brasil vai crescer menos e eleitoralmente isso vai empurrar para o outro lado", disse ele em palestra nesta quinta-feira (9) no Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, onde foi tratado como pop star por um público formado majoritariamente por jovens liberais.

Ele comparou a situação do Brasil à do Chile, na qual a direita se uniu no segundo turno da eleição presidencial e foi vitoriosa.

"No Chile, primeiro turno deu Boric 30% [referência à candidata apoiada pelo então presidente]. No segundo turno, deu Boric 30%. Aqui vai acontecer igualzinho", afirmou.

Foi o único comentário mais político dele em uma fala na qual fez digressões mais gerais sobre economia, contas públicas, desigualdade e geopolítica.

Ele defendeu também sua ação como ministro do governo Jair Bolsonaro, dizendo que entregou contas em dia.

"Quando a gente saiu [do governo, em 2022], a previsão de inflação para o ano seguinte era 3,2%. Ia acontecer superavit em 5.000 municípios, superavit no governo federal, nas estatais, para tudo que é lado".

Segundo Guedes, se o governo Lula não tivesse posto tudo a perder com aumento de gastos, o Brasil estaria crescendo 5% ao ano.

Ao refletir sobre o momento da direita, ele diz que a aliança entre liberais na economia e conservadores na política e na cultura atende ao "espírito do tempo" em várias partes do mundo.

Inicialmente, disse, eram liberais no banco da frente e conservadores no de trás, mas hoje isso se inverteu. "O importante é os socialistas fora do caminhão", disse, para aplausos ruidosos da plateia.

Cortejado pela direita, ele ainda não se comprometeu com nenhuma candidatura nas eleições presidenciais, embora a dedução lógica é que tenha mais proximidade com Flávio Bolsonaro (PL). Na palestra, disse que está dedicado apenas ao setor privado atualmente.

Antes de subir ao palco, no entanto, conversou amistosamente com três presidenciáveis presentes: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Aldo Rebelo (DC).

Apesar disso, o ex-ministro disse que não se furtava ao debate de ideias e demonstrou otimismo com o futuro do Brasil. "Nós não temos inimigo natural. Nosso problema somos nós mesmos", afirmou.

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