리우데자네이루 페이라 프레타 페스티벌, 3일간 600만 레알 규모 경제 활동 예상

Festival Feira Preta no Rio pretende movimentar R$ 6 milhões em três dias

Folha de Sao Paulo Paola Ferreira Rosa PT 2026-04-09 10:00 Translated
상파울루에서 취소되었던 행사와 살바도르(바이아주)에서의 첫 개최에 이어, 페이라 프레타 페스티벌이 10년 만에 리우데자네이루로 복귀하며 3일간 600만 레알 이상의 경제 규모를 기록할 것으로 예상된다. 더 읽기 (2026.09.04 - 07:00)
편집: 알렉스 사비노(대행), 경제 및 비즈니스 뉴스 담당. 루아나 프란자우, 디에고 펠릭스 협력

상파울루에서 취소되었던 행사와 살바도르(바이아주)에서의 첫 개최에 이어, 페이라 프레타 페스티벌이 10년 만에 리우데자네이루로 복귀하며 3일간 600만 레알 이상의 경제 규모를 기록할 것으로 예상된다.

"비바 페케나 아프리카"를 주제로 테레사 크리스티나, 레시 브랑다우, 로베르타 사의 공연과 함께 개최되는 이번 페스티벌은 5월 29일부터 31일까지 진행된다. 무료로 진행되는 프로그래밍은 리우데자네이루의 항구 지역, 코브라 창고 및 마우아 부두에서 개최되며, 브라질 아프리카 디아스포라의 주요 거점 중 하나인 페케나 아프리카 지역을 포함한다.

아드리아나 바르보사가 기획한 이 페스티벌은 흑인 인구에게 문화와 금융 자원에 대한 접근성을 제공하고 이를 순환시키는 것을 목표로 한다. 이번 행사에는 최소 150명의 기업가 및 전시자 참여가 예상된다.

20년 이상의 역사 동안 20만 명 이상의 관중을 동원하고 5,000명 이상의 기업가에게 영향을 미쳐 라틴아메리카 최대 규모의 흑인 문화 및 경제 페스티벌로 평가받는 이 행사는 영토, 디아스포라, 흑인 경제라는 세 가지 주요 축을 중심으로 진행된다.

이번 행사는 상파울루 이비라푸에라 공원에서 예정되었던 페스티벌을 대체한 살바도르 행사가 개최된 지 1년 후에 진행된다. 당시 아드리아나 바르보사는 후원사 부족을 이유로 전통적인 상파울루 축제를 취소했다고 밝혔으나, 2024년 페이라 프레타는 행사 조직측에 따르면 상품 판매액 150만 레알을 기록했으며 전체 경제 규모는 1,300만 레알 이상을 움직였다.

한편 바이아주 수도에서의 첫 개최는 3만 명 이상의 관중을 동원했으며 판매, 일자리 창출 등을 포함해 400만 레알의 경제 규모를 기록했다.

바르보사는 "바이아에서는 연방, 주, 시 정부와 협력하여 페스티벌을 조직할 수 있었다. 리우에서는 창의 지구로 영토를 전환하려는 BNDS와의 협력체계를 구축하고 있다. 상파울루는 페이라 프레타를 도시의 다른 대형 행사들과 동일한 경제 전략적 이해로 바라봐야 한다"고 말했다.

바르보사는 새로운 지역적 초점을 통해 상파울루 수도권 밖의 서로 다른 흑인 문화 및 경제 생산 중심지 간 연결고리를 만들고자 한다.

"이러한 항구 지역들은 노예 상태의 많은 사람들을 받아들였다. 우리가 원하는 것은 페이라 프레타 페스티벌로 이 영토에 새로운 의미를 부여하며, 흑인들이 상품이 아닌 존재로 인식되는 새로운 서사를 구축하는 것"이라고 그는 말했다.

기업가 박람회 외에도 이 행사는 삼바 동아리, 토론, 미식 경험, 비즈니스 미팅 등 흑인 기업가 정신 강화를 목표로 하는 다양한 이니셔티브를 포함한다.

리우데자네이루 행사는 비바 페케나 아프리카 이니셔티브를 통해 진행되며, 이는 주변화된 인구 연대 센터, 디아스포라 블랙 및 페이라 프레타로 구성된 연합 조직이다. 행사는 BNDES(국가경제사회개발은행), 열린사회재단, 포드재단, 이비라피탕가 연구소, 이타우 재단의 후원을 받는다.

링크 프리젠트: 이 텍스트가 마음에 드셨나요? 구독자는 매일 모든 링크에서 7개의 무료 접속을 잠금해제할 수 있습니다. 아래의 파란 F를 클릭하기만 하면 됩니다.

주제에 관한 모든 내용을 읽고 팔로우하기:

Após uma edição cancelada em São Paulo e outra inédita em Salvador (BA), o Festival Feira Preta retorna ao Rio de Janeiro dez anos depois de sua primeira edição em solo carioca com previsão de movimentar mais de R$ 6 milhões em três dias de evento. Leia mais (04/09/2026 - 07h00)

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Diego Felix

Após uma edição cancelada em São Paulo e outra inédita em Salvador (BA), o Festival Feira Preta retorna ao Rio de Janeiro dez anos depois de sua primeira edição em solo carioca com previsão de movimentar mais de R$ 6 milhões em três dias de evento.

Com o tema "Viva Pequena África" e shows de Teresa Cristina, Leci Brandão e Roberta Sá, o festival acontece nos dias 29, 30 e 31 de maio. A programação gratuita será realizada na região portuária do Rio, no Armazém Kobra e no Píer Mauá, incluindo a Pequena África –um dos principais territórios da diáspora africana no Brasil.

Idealizado por Adriana Barbosa, o festival tem entre seus objetivos fazer o acesso à cultura e aos recursos financeiros circularem entre a população negra. Nesta edição, a organização estima a participação de pelo menos 150 empreendedores e expositores na feira.

Considerado o maior festival de cultura e economia preta da América Latina por ter alcançado mais de 200 mil pessoas e impactado mais de 5 mil empreendedores ao longo de seus mais de 20 anos, o evento articula três eixos principais: território, diáspora e economia preta.

O evento acontece um ano após a edição de Salvador substituir o festival previsto para acontecer no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Na época, Adriana Barbosa afirmou ter cancelado a já tradicional festa paulistana por falta de patrocinadores, ainda que em 2024 a Feira Preta tenha gerado R$ 1,5 milhão em vendas de produtos, segundo a organização do eventoe movimentou mais de R$ 13 milhões.

Já a estreia na capital baiana reuniu mais de 30 mil pessoas e movimentou R$ 4 milhões —distribuídos entre vendas, geração de empregos, entre outros.

"Na Bahia, a gente conseguiu orquestrar o festival em diálogo com com os governos federal, estadual e municipal. No Rio, temos uma articulação com o BNDS, que busca transformar o território num distrito criativo. Falta São Paulo olhar para Feira Preta com o mesmo entendimento de estratégia econômica que a cidade tem como outros grandes eventos", afirma Barbosa.

Com o novo enfoque geográfico, Barbosa busca criar pontes entre diferentes centros de produção cultural e econômica negra fora da capital paulista.

"Essas regiões portuárias receberam muitas pessoas na condição de escravizadas. O que a gente quer é ressignificar esses territórios com o Festival Feira Preta, construindo uma narrativa em que as pessoas negras não são mercadoria", diz.

Além da feira de empreendedores, o evento terá rodas de samba, debates, experiências gastronômicas, encontros de negócios, entre outras iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo negro.

A edição carioca é realizada pela iniciativa Viva Pequena África, coalizão de organizações composta pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e a Diáspora.Black, além da Feira Preta. O evento conta ainda com patrocínio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e das organizações Open Society Foundations, Ford Foundation, Instituto Ibirapitanga e Fundação Itaú.

LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

Leia tudo sobre o tema e siga: