수입 타이어 업계, 세금 인상안에 항의

Setor de importação de pneus protesta contra proposta de novo aumento de imposto

Folha de Sao Paulo · 🇧🇷 São Paulo, BR Alex Sabino PT 2026-04-14 22:00 Translated
업계 대표들이 자동차 타이어 수입세 25%에서 35%로 인상될 가능성에 대해 움직이고 있다. 인상 요청은 국내 제조업체를 대표하는 ANIP(전국 타이어 산업 협회)가 Camex(대외무역위원회)의 CAT(관세 변경 위원회)에 제출했다. 더 읽기 (2026/04/14 - 10:00)
Alex Sabino(임시) 편집, 경제 및 비즈니스 배후 소식 다룸. Luana Franzão 및 Diego Felix 참여

업계 대표들이 자동차 타이어 수입세 25%에서 35%로 인상될 가능성에 대해 움직이고 있다. 인상 요청은 국내 제조업체를 대표하는 ANIP(전국 타이어 산업 협회)가 Camex(대외무역위원회)의 CAT(관세 변경 위원회)에 제출했다.

수입업자들의 주요 불만은 세금 추세가 상승하고 있다는 점이다. 해외 타이어 구매는 2024년 10월까지 세금 면제였으나, 이후 16%가 되었다. 지난해에는 25%로 올랐다. 이러한 변화가 최종 소비자 가격에 직접적인 영향을 미친다는 주장이다.

칼럼에 ABIDIP(브라질 타이어 수입업자 및 유통업자 협회) 회장 Ricardo Alípio는 기본 비용 R$ 500인 타이어가 16% 세율로 R$ 580에서 25% 세율로 R$ 625로 올랐고, 35%로 인상되면 R$ 675에 도달할 수 있다고 밝혔다. 간접세와 물류 비용을 포함하면 소비자에게 전가되는 비용이 20%를 초과할 수 있다.

Fenabrave(전국 자동차 유통 연맹) 데이터에 따르면 2026년 1분기 승용차 및 경상용차 판매가 지난해 같은 기간 대비 15% 증가했다. Alípio에 따르면 이는 수요 부족이 없음을 보여준다. 그가 말하는 부족한 것은 효율성, 혁신, 현대화의 향상이다.

또한 호르무즈 해협의 제한과 관련된 지정학적 긴장도 있다. 이는 운임 및 에너지 비용을 상승시킨다. ABIDIP에 따르면 이 영향은 타이어 마모가 심한 차량을 운행하는 운전자들, 예를 들어 배달 앱 운전자, 택시 기사, 차량대여업자들에게 직접적일 수 있다.

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Representantes do setor se movimentam contra possível aumento do imposto de importação de pneus de automóveis de 25% para 35%. O pedido de reajuste foi protocolado pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), que representa os fabricantes nacionais, no CAT (Comitê de Alterações Tarifárias) da Camex (Câmara de Comércio Exterior). Leia mais (04/14/2026 - 10h00)

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Diego Felix

Representantes do setor se movimentam contra possível aumento do imposto de importação de pneus de automóveis de 25% para 35%. O pedido de reajuste foi protocolado pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), que representa os fabricantes nacionais, no CAT (Comitê de Alterações Tarifárias) da Camex (Câmara de Comércio Exterior).

A principal queixa dos importadores é que a trajetória do tributo tem sido de alta. A compra de pneus no exterior era isenta de impostos até outubro de 2024, quando passou a ser de 16%. No ano passado, subiu para 25%. A alegação é que a mudança tem impacto direto sobre o preço ao consumidor final.

À coluna, o presidente da ABIDIP (Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus), Ricardo Alípio, afirma que um pneu com custo base de R$ 500 saiu de R$ 580 com a alíquota de 16%, passou para R$ 625 com a de 25% e pode chegar a R$ 675 com um reajuste para 35%. Com tributos indiretos e custos logísticos, o repasse ao consumidor pode superar 20%.

Dados da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores) dizem que no primeiro trimestre de 2026 houve aumento de 15% nas vendas dos veículos de passeio e comerciais leves, em relação ao mesmo período do ano passado. Para Alípio, isso é a mostra que não há falta de demanda. O que faltaria, segundo ele, seria ganho de eficiência, inovação e modernização.

Há também a tensão geopolítica no que se refere às restrições no Estreito de Hormuz, o que eleva os custos de frete e energia. Segundo a ABIDIP, o impacto pode ser direto em motoristas que trafegam em veículos com maior desgaste de pneus, como condutores de aplicativos, taxista e frotistas.

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