트럼프 비판을 받은 후 지지자들을 욕설로 공격하며 자신의 기반 내 갈등을 드러내다

Trump xinga apoiadores após receber críticas e expõe racha em sua base

Folha de Sao Paulo Isabella Menon PT 2026-04-11 16:00 Translated
"낮은 IQ", "어리석은 사람들", "패배자", "미쳤다", "파산했다". 이들은 미국 대통령 도널드 트럼프가 민주당 반대자들에게 자주 던지는 욕설들이며, 이제 자신의 MAGA 운동("다시 미국을 위대하게", 영어로는 Make America Great Again) 내의 인물들을 향해 사용되었다.
"낮은 IQ", "어리석은 사람들", "패배자", "미쳤다", "파산했다". 이들은 미국 대통령 도널드 트럼프가 민주당 반대자들에게 자주 던지는 욕설들이며, 이제 자신의 MAGA 운동("다시 미국을 위대하게", 영어로는 Make America Great Again) 내의 인물들을 향해 사용되었다.

자신의 Truth Social 플랫폼에 게시한 글에서 공화당원 트럼프는 Fox News의 前 앵커인 Tucker Carlson, Megyn Kelly, Candace Owens, Alex Jones 같은 인물들을 언급했으며, 이들은 이란 전쟁과 "전체 문명을 절멸시키겠다"는 위협을 포함한 대통령의 위협을 비판해 왔다.

Fox News의 전 앵커이자 팟캐스터이며 트럼프의 과거 동맹이었던 Carlson은 뉴욕 타임즈에 따르면 대통령에게 분쟁에 개입하지 말 것을 조언했다. 공격 시작 이후 그는 이 전쟁을 "부정의하다"고 "잘못되었다"고 말했으며, 미국인들의 사망을 안타까워했다. 이번 주에 그는 협상이 없을 경우 트럼프가 이란인들을 공격하겠다는 약속을 이행한다면 군부가 트럼프의 지휘에 반대해야 한다고 주장했다.

Truth Social에서 대통령은 비평가들이 MAGA를 대표하지 않는다고 말했다. "MAGA는 나에게 동의하고 방금 CNN에 '트럼프'에 대한 100% 승인률을 주었다. Tucker Carlson 같은 이 바보들은 아니다. 그는 대학도 마치지 못했고, Fox에서 해고되었을 때 망했으며 이후로는 다시 같지 않았다"고 대통령은 긴 글에 썼다.

역시 Fox News의 전 앵커인 Megyn Kelly는 팟캐스트에서 대통령의 태도에 질렸다고 말했다. "평범한 인간처럼 행동할 수 있을까? 솔직히 대통령처럼."

트럼프 캠프를 지지했던 우파 인플루언서 Candace Owens는 작년에 대통령이 큰 실망이라고 말했다. 이란 공격 위협 이후 그녀는 대통령이 자신의 직무를 수행할 수 없는 경우 대통령의 교체를 규정하는 수정헌법 25조의 발동을 옹호했다. "우리 의회와 군대가 개입해야 한다"고 주장했다.

"우파 음모론자"로 묘사되는 Alex Jones도 수정헌법 25조의 발동을 옹호했으며 대통령으로부터 "파산했다"고 불렸다.

이 인물들 외에도 뉴욕 타임즈의 보도는 Truth Social 자체도 대통령을 비판하는 장이 되었음을 지적한다. 댓글 중에 사용자들은 "당신은 명백히 미쳤다", "당신은 매일 당신의 기반을 소외시키고 있다", "트럼프는 패배자다"라고 쓴다.

미시간 대학의 정치학자이자 교수인 Jonathan Hanson은 MAGA 운동 내의 최근 비판이 아직 광범위한 균열을 나타내지는 않지만 이미 그의 지지 기반의 피로 신호를 보이고 있다고 주장한다. 그에 따르면 정부는 경제, 무역, 외교 정책 같은 분야에서 어려움을 겪고 있으며, 이것이 대통령의 인기 하락에 기여했다.

Hanson은 트럼프가 역사적으로 자신의 가장 충실한 기반의 지지를 잃지 않았지만, 그의 행동과 유권자들에게 한 약속 사이에 불일치가 나타나기 시작했음을 지적한다. 예를 들어, 트럼프가 새로운 외부 분쟁을 피할 것이라는 기대를 강조한다.

"이런 많은 사람들이 정말로 그가 해외 분쟁에 개입하는 것을 피할 것이라고, 그가 평화를 가져올 대통령이 될 것이라고, 전쟁을 시작하지 않을 것이라고 믿었습니다"라고 말한다.

Hanson에 따르면 현재 관찰되는 것은 운동 내의 "균열"이며, 특히 더 자주 트럼프를 비판하기 시작한 보수 언론의 영향력 있는 인물들 사이에서 그렇다. 공화당 국회의원들 사이에서는 정치적 내부 보복의 우려로 인한 신중함이 여전히 있다.

교수는 또한 이 그룹의 일부가 트럼프를 넘어 미래를 바라보기 시작했으며, 특히 입법 선거에서 공화당의 패배 가능성을 고려하여 운동의 미래를 생각하고 있다고 지적한다. 그는 지지가 여전히 강하지만, 대통령의 인기가 계속 떨어지고 경제 상황이 악화되면 약화될 수 있다고 주장한다.
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"QI baixo", "pessoas estúpidas", "perdedores", "louca" e "falido". Esses são alguns dos xingamentos que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, costuma dirigir a opositores democratas e que, agora, foram usados contra figuras do próprio movimento Maga (sigla para "Faça a América Grandiosa Novamente", em inglês). Leia mais (04/11/2026 - 04h00)

"QI baixo", "pessoas estúpidas", "perdedores", "louca" e "falido". Esses são alguns dos xingamentos que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, costuma dirigir a opositores democratas e que, agora, foram usados contra figuras do próprio movimento Maga (sigla para "Faça a América Grandiosa Novamente", em inglês).

Em uma publicação na sua plataforma, a Truth Social, o republicano se se referia a nomes como Tucker Carlson, Megyn Kelly, Candace Owens e Alex Jones, que têm feito críticas à guerra no Irã e às ameaças feitas pelo presidente, como a de exterminar "uma civilização inteira".

Carlson, ex-âncora da Fox News, podcaster e antigo aliado de Trump, aconselhou o presidente a não entrar no conflito, segundo o jornal The New York Times. Desde o início dos ataques, ele se refere à guerra como "injusta" e "errada", além de lamentar as mortes de americanos. Nesta semana, afirmou ainda que militares deveriam se opor ao comando de Trump caso ele cumprisse a promessa de atacar iranianos se não houvesse acordo.

Na Truth Social, o presidente disse que os críticos não representam o Maga. "O Maga concorda comigo e acabou de dar à CNN uma taxa de aprovação de 100% de 'Trump’, não a esses tolos que agitam os braços como Tucker Carlson, que nem conseguiu terminar a faculdade, estava destruído quando foi demitido da Fox e nunca mais foi o mesmo", escreveu o presidente em um longo texto.

Megyn Kelly, também ex-âncora da Fox News, afirmou em um podcast que estava cansada da postura do presidente: "Será que você pode agir como um humano normal? Quer dizer, honestamente, como o presidente."

Já a influenciadora de direita Candace Owens, que apoiou a campanha de Trump, disse no ano passado que o presidente foi uma grande decepção. Após a ameaça de ataques ao Irã, ela defendeu a invocação da 25ª Emenda, que prevê a substituição do presidente caso ele seja incapaz de exercer suas funções. "Nosso Congresso e Exército precisam intervir", afirmou.

Já Alex Jones, descrito como "teórico da conspiração de direita", também defendeu a invocação da 25ª Emenda e foi chamado de "falido" pelo presidente.

Além dessas figuras, reportagem do The New York Times aponta que a própria Truth Social também tem sido palco de críticas ao presidente. Entre os comentários, usuários escrevem: "você está claramente insano", "você está alienando sua base todos os dias" e "Trump é um perdedor".

Jonathan Hanson, cientista político e professor da Universidade de Michigan, afirma que as críticas recentes dentro do movimento Maga ainda não representam uma ruptura ampla, mas já indicam sinais de desgaste em sua base de apoio. Segundo ele, o governo enfrenta dificuldades em áreas como economia, comércio e política externa, o que tem contribuído para a queda de popularidade do presidente.

Hanson observa que, embora Trump historicamente não tenha perdido o apoio de sua base mais fiel, começam a surgir inconsistências entre suas ações e promessas feitas aos eleitores. Ele destaca, por exemplo, a expectativa de que Trump evitaria novos conflitos externos.

"Muitas dessas pessoas realmente acreditavam que ele iria evitar se envolver em conflitos no exterior, que ele seria um presidente que traria paz e não iniciaria guerras", diz.

Para Hanson, o que se observa no momento são "fissuras" dentro do movimento, sobretudo entre figuras influentes da mídia conservadora, que passam a criticar Trump com mais frequência. Já entre parlamentares republicanos, ainda há cautela, motivada pelo receio de retaliações políticas internas.

O professor também aponta que parte desse grupo começa a olhar além de Trump e a pensar no futuro do movimento, especialmente diante da possibilidade de derrotas republicanas nas eleições legislativas. Ele afirma que, embora o apoio ainda seja forte, ele pode enfraquecer se a popularidade do presidente continuar caindo e se o cenário econômico piorar.

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